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2023-05-25 11:49:02 | em99t

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O deputado federal Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS), presidente da CPI do MST, desligou o microfone de sua colega, Samia Bomfim (PSOL-SP), enquanto ela lia uma notícia de uma investiga??o que foi aberta sobre ele, por participa??o nos atos golpistas do dia 8 de janeiro. O caso ocorreu nesta ter?a-feira (23) na Camara dos Deputados e foi registrado pelo portal G1. Samia ainda teria direito a 30 segundos de fala, mas foi interrompida pelo presidente da CPI do MST, que argumentou ter concedido uma “quest?o de ordem” para que n?o houvesse injúrias contra deputados federais. PolíticaVolta do carro popular é tema de reuni?o entre Lula, Haddad e Alckmin; saiba mais MUSO FITNESSFilho de Carla Perez causa burburinho ao exibir corpo sarado na web; veja foto "Acabou de sair a notícia que o Moraes autoriza a Polícia Federal a retomar a investiga??o do presidente da CPI do MST pela participa??o nos atos antidemocráticos. Que até agora o senhor estava dizendo que era mentira", disse Samia, quando teve o microfone desligado por Zucco. window.uolads && window.uolads.push({ id: "banner-300x250-1-area" }); O presidente da CPI rebateu a colega afirmando que o tema em quest?o, da investiga??o dos atos antidemocráticos, n?o seria pauta da comiss?o. "Deputada Samia, eu aceitei a quest?o de ordem do deputado Kim [Kataguiri]. Nós n?o vamos permitir ataques pessoais. Sobre essa nota que a senhora falou, já tinha sido publicada. Isso n?o é pauta dessa CPI", afirmou Zucco. Após alguns minutos, Samia Bomfim retornou ao microfone para apresentar quest?o de ordem por ter sido interrompida pelo presidente da CPI, mas acabou tendo a sua fala cortada pela segunda vez consecutiva. window.uolads && window.uolads.push({ id: "banner-300x250-2-area" }); "Eu tive o microfone cortado quando ainda havia 30 segundos para eu concluir meu tempo de líder. Uma coisa é fazer interrup??es, pedir ordem, quando há ofensas, quando parte para agress?o física ou verbal. Eu n?o estava fazendo nada disso. Eu estava lendo uma reportagem da imprensa", dizia a deputada, antes de ser interrompida novamente, faltando dois minutos para o término de seu tempo de fala. Zucco disse que n?o aceitava a quest?o de ordem da Samia porque já havia decidido que deputados n?o poderiam se referir de forma "descortês" ou "injuriosa" aos integrantes da CPI. "Se vossa excelência n?o tivesse interrompido o meu direito regimental de usar o tempo de líder do meu partido, nada disso teria acontecido. Mas o autoritarismo e a gana de calar as nossas vozes é t?o grande que o senhor cria uma situa??o absolutamente constrangedora para o senhor e depois foi obrigado, evidentemente, a cumprir aquilo que diz o nosso regimento", rebateu Samia. window.uolads && window.uolads.push({ id: "banner-300x250-3-area" }); "Eu nunca faltei com respeito com o senhor, n?o utilizei elogio ou palavr?o. Eu li uma manchete. Por que lhe incomoda tanto uma manchete de jornal? A manchete está pública, qualquer cidad?o brasileiro pode ter acesso a esses fatos. Para mim, o senhor n?o tem que prestar depoimento nenhum, é para a Polícia Federal”, concluiu a deputada do PSOL.